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 <title>José Fernandes - SEO, SEM, Google, Drupal, marketing e publicidade online</title>
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 <title>Alguém vai à DrupalCon em Paris (1-5 Setembro)?</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/_Rk780IXoVk/alguem-vai-drupalcon-paris-1-5-setembro</link>
 <description>&lt;p&gt;Contacta-me se fores :-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informação sobre a conferência: &lt;a href="http://paris2009.drupalcon.org/" title="http://paris2009.drupalcon.org/" rel="nofollow"&gt;http://paris2009.drupalcon.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/_Rk780IXoVk" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/blog/alguem-vai-drupalcon-paris-1-5-setembro#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/drupal">Drupal</category>
 <pubDate>Mon, 10 Aug 2009 16:27:16 +0200</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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 <title>O que é o Drupal?</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/LwW53ZeCLNY/o-que-o-drupal</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://dotsub.com/media/a83b34fb-5da1-49f7-a5d7-c9659ae40825/e/l/por_pt" frameborder="0" width="480" height="392"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/LwW53ZeCLNY" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/blog/o-que-o-drupal#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/drupal">Drupal</category>
 <pubDate>Thu, 23 Jul 2009 20:31:27 +0200</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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 <title>Contas do Google no Twitter</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/UMDujn8VrlE/contas-google-twitter</link>
 <description>&lt;p&gt;Lista das contas do Google no Twitter:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/07/google-accounts-on-twitter.html" title="http://googleblog.blogspot.com/2009/07/google-accounts-on-twitter.html" rel="nofollow"&gt;http://googleblog.blogspot.com/2009/07/google-accounts-on-twitter.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até temos direito a uma em português (&lt;a href="http://twitter.com/AdSensePT" title="http://twitter.com/AdSensePT" rel="nofollow"&gt;http://twitter.com/AdSensePT&lt;/a&gt;)!&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/UMDujn8VrlE" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/blog/contas-google-twitter#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/google">Google</category>
 <pubDate>Sun, 12 Jul 2009 01:54:13 +0200</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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 <title>Google quer ainda mais</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/WykzXIfDQBE/google-quer-ainda-mais</link>
 <description>&lt;p&gt;O Google &lt;a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/03/two-new-improvements-to-google-results.html"&gt;anunciou  hoje&lt;/a&gt; uma nova alteração nos resultados das suas páginas de pesquisa. Os &lt;strong&gt;snippets&lt;/strong&gt;,  ou seja, aquela  pequena descrição que  surge por debaixo do título de cada resultado, passou agora a ser maior. Passa  de duas linhas para até quatro linhas de descrição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esta alteração é  apresentada como uma melhoria para o utilizador, mas esconde algo muito mais  importante.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google, com esta simples alteração mantêm as pessoas mais  tempo no Google e retira tráfego (visitas) aos sites de onde apresenta a  informação como resposta à pesquisa feita. O utilizador ao encontrar a  informação que procurava logo nos snippets  da página de resultados já não vai visitar o site e pode dessa forma fazer de imediato  outra pesquisa – não abandonando desta forma o Google.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/WykzXIfDQBE" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/blog/google-quer-ainda-mais#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/google">Google</category>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/seo">SEO</category>
 <pubDate>Wed, 25 Mar 2009 00:33:06 +0100</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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 <title>Blogs: O ar é de todos. A internet também.</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/4IXMhgzBg1s/blogs-o-ar-todos-a-internet-tambem</link>
 <description>&lt;p&gt;É mentira dizer que as bibliotecas estão em vias de  extinção, mas todos sabemos onde recorrer primeiro quando precisamos saber algo  sobre alguma coisa. Aos &lt;em&gt;Blogs&lt;/em&gt;!&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  A resposta óbvia seria “à internet”. Ora, estando um &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; (diminutivo de weblog, que em  português pode ser traduzido como um diário digital) presente no ciberespaço,  então, não é errado dizer que, de facto, recorremos à internet. O facto é que a  quantidade de informação na &lt;em&gt;Web&lt;/em&gt; é de  tal forma avassaladora que uma pequena pesquisa se pode tornar numa verdadeira  dor de cabeça (principalmente se for feita depois de uma noite de copos com os  amigos). A ideia de escrever sobre este tema surgiu depois de ler sobre (mais) uma &lt;a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1013087"&gt;trágica  notícia&lt;/a&gt; da queda de um avião na Rússia onde a comunidade de &lt;em&gt;bloggers&lt;/em&gt; começa a apresentar razões para  o acidente, mesmo antes dos meios de comunicação locais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;“Sabes o que é um blog?”&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A história do &lt;em&gt;blogging&lt;/em&gt; (escrever em &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;) surgiu quase ao  mesmo tempo que a própria internet. Não é mais do que uma página &lt;em&gt;web&lt;/em&gt; em que o autor escreve sobre aquilo  que bem entender e facilmente actualizável. Serve também de ferramenta de comunicação  (do autor com o mundo e dos leitores com o autor), dado que é possível colocar  comentários aos &lt;em&gt;posts&lt;/em&gt; (entrada de  texto) do autor.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  A “explosão” dos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; surgiu em 2004, aquando das eleições presidências norte-americanas, altura em  que os candidatos, os partidos e os apoiantes começaram a invadir o ciberespaço  escrevendo sobre o assunto. Se no princípio de 2004 havia cerca de 5 milhões de &lt;em&gt;bloggers&lt;/em&gt;, um ano depois esse número  multiplicou-se por 10, traduzindo-se em 50 milhões em todo o mundo. A questão  hoje em dia já não é: “sabes o que é um blog”? é mais: “sobre o que é o teu  blog”? Qualquer pessoa, hoje em dia, escreve na internet, no seu próprio &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;, onde expressa as suas opiniões, as  suas ideias e escreve para o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Porquê pesquisar em Blogs?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma das dificuldades, quando acedemos a um motor de busca  para pesquisar sobre um qualquer assunto é a quantidade de informação  disponível. O mesmo acontecia no período (quase jurássico) da pré-internet, mas  aí éramos nós que escolhíamos a informação que iríamos analisar, ou seja, a documentação  escrita onde sabíamos ir encontrar a informação procurada. No caso da internet  não é pouco usual fazer uma pesquisa sobre algo e ter como resultados  publicidade (alguma dela de cariz muito duvidoso) relacionada com a pesquisa  (ou não), informação vaga e sem conteúdo, textos repetidos em diferentes &lt;em&gt;sites&lt;/em&gt;, e uma dificuldade constante de  encontrar opiniões credíveis de verdadeiros entendidos na matéria que nos  possam providenciar a informação desejada. A informação mistura-se com a falta  dela e os conteúdos das páginas tornam-se confusos, repetitivos e de difícil  acesso.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Felizmente, com o &lt;em&gt;boom&lt;/em&gt; do aparecimento dos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;, essa  procura tornou-se mais facilitada. Qualquer guru, de qualquer assunto, escreve,  de forma quase diária, na sua página. No seu &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;. Consultar diferentes &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; de diferentes personalidades, entendidos na matéria que queremos aprofundar, é  como ir beber directamente à fonte. Como em qualquer fonte é necessário ter  atenção e verificar se a água é potável. No caso dos&lt;em&gt; blogs&lt;/em&gt;, poderá haver alguma informação tendenciosa, dado que um &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; é um diário pessoal, mas o  cruzamento de informação e de dados recolhidos dos vários &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; rapidamente nos dão os vários ângulos de uma mesma  problemática que caberá ao pesquisador saber equilibrar.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Também as empresas são &lt;em&gt;Bloggers&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Também as grandes empresas usam &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;. Nesses &lt;em&gt;blogs &lt;/em&gt;estão  as opiniões, as ideias, a missão, os objectivos, ideais, novidades, desabafos,  de todos aqueles que lá trabalham (e que transmite para o mundo uma imagem mais  real e mais humana de uma empresa que, até aí era só vista como uma entidade  (mais uma) do mundo ocidental capitalista). Alguns dos novos lançamentos de  produtos ou serviços de certas empresas são anunciados nos seus &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;. Alguma da pesquisa de mercado  dessas mesmas empresas é feita através dos seus &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;, comunicando directamente como público-alvo e interagindo com  ele. &lt;a href="http://fastlane.gmblogs.com/"&gt;Algumas empresas&lt;/a&gt; incentivam os  seus próprios funcionários a escreverem nos seus &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; de forma a conhecer aquilo que sentem e desenvolvem pela  empresa, sendo uma das estratégias utilizadas no seu plano de marketing  interno. Para além disso fazem também prospecção de mercado verificando os &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; da concorrência.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O blog como fonte de informação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os melhores sites de informação especializada, e até alguns  de informação genérica como certos jornais digitais, começam a ser pagos.  Quantas vezes não nos deparámos com um artigo que nos iria tirar todas as  duvidas, ou no qual iríamos basear todo um trabalho académico (nem que fosse  consultando apenas a bibliografia utilizada pelo autor), e quando o vamos para  descarregar para o nosso ambiente de trabalho…pedem-nos os dados do nosso  cartão de crédito. Frustrante não é? Num &lt;em&gt;blog &lt;/em&gt;isso não acontece. A informação está lá. Basta procurar. E não é necessário  cartão de crédito. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  A blogosfera cresce mais a cada dia, perdão, a cada minuto  que passa. Também encontramos muito “lixo”, é verdade, mas é muito mais fácil  obter a opinião de um especialista lendo o seu próprio diário digital do que  passar horas à procura dessa informação na internet. &lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Outra das grandes vantagens do &lt;em&gt;Blog&lt;/em&gt; é que a informação não é estática. Há sempre a possibilidade  de tecer comentários, colocar questões e entrar em contacto directo com os  autores, o que torna a troca de informação mais pessoal e mais directa de  aceder.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  A blogosfera veio para ficar. É uma das melhores fontes de  informação disponíveis nos dias de hoje, contém muita informação e não tem  publicidade indevida (pelo menos por agora). Não substitui fontes noticiosas,  sites informativos ou a literatura convencional, mas torna-se um veículo cada  vez mais precioso na busca de informação. O &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; tornou-se não só num diário digital pessoal, como numa das maiores e mais  poderosas fontes de informação que o mundo tem acesso. E o melhor? É de acesso  gratuito!&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Então mas porquê falar de &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; em vez de falar de marketing? Antes de mais qualquer acesso a  boas fontes de informação é assunto de real interesse para qualquer gestor de  marketing. No entanto esta breve introdução às vantagens de pesquisa de  informação em &lt;em&gt;blogs &lt;/em&gt;serve de  introdução a um próximo artigo, esse sim, dedicado exclusivamente ao &lt;em&gt;Blog&lt;/em&gt; marketing.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/4IXMhgzBg1s" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/artigos/blogs-o-ar-todos-a-internet-tambem#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/internet">Internet</category>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/marketing">Marketing</category>
 <pubDate>Sun, 05 Oct 2008 16:38:39 +0200</pubDate>
 <dc:creator>Ivan de Jesus</dc:creator>
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<item>
 <title>Marketing de Guerrilha: descobre o Che Guevara em ti e ganha coragem</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/PO555FZaphY/marketing-guerrilha-descobre-o-che-guevara-ti-ganha-coragem</link>
 <description>&lt;p align="left"&gt;Não passa pela minha  cabeça que, após lerem este título, agarrem na arma mais próxima e organizem um  grupo de amigos de forma a se aventurar nas matas. Estava apenas a ouvir uma &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_Q0SoZ7IYdA"&gt;música de cariz reaccionário&lt;/a&gt; quando me surgiu a ideia de escrever sobre marketing de guerrilha que, ao  contrário do que se possa pensar, não envolve violência.&lt;/p&gt;
&lt;h2 align="left"&gt;Todos para a selva&lt;/h2&gt;
&lt;p align="left"&gt;Este nome não surge por  acaso no seio das estratégias de marketing. Aliás, uma guerrilha não é mais do  que um exército armado, organizado tacticamente que, em inferioridade numérica e  tecnológica, inicia combate com um adversário em muito superior em número,  tecnologia e recursos. Para além da coragem necessária para iniciar um conflito  em que, desde logo, se parte em desvantagem total em relação ao inimigo, é  necessário um planeamento estratégico muito cuidado das acções a tomar, de  forma extremamente calculada, dado que também os recursos da guerrilha são  escassos. Normalmente, em termos de conflito armado, as guerrilhas têm o apoio  das populações locais, sendo que o seu aparecimento surge, maioritariamente,  por oposição a regimes totalitários que, de alguma forma, subjuga a vontade do  próprio povo. O mais famoso guerrilheiro de todos os tempos foi Ernesto “Che”  Guevara, revolucionário Argentino que lutou pelos seus ideais até à morte nas  selvas Bolivianas. Ao longo do seu percurso de vida, enquanto guerrilheiro, a  sua estratégia assentava nos seguintes pontos:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Juntar um pequeno exército que abraçasse a sua  causa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Com os poucos recursos, e através do seu génio  inventivo, armar-se como podia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fazer ataques rápidos e eficazes de forma a  manter o elemento surpresa e causar os maiores danos no menor tempo possível;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Através das suas vitórias conquistar a simpatia  do povo, o que se traduzia em mais indivíduos a juntar-se ao seu exército.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lutar  sempre pelo mesmo ideal e incutir a moral nas tropas para continuar a batalha.  “Hasta la Victoria, siempre”&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;h2 align="left"&gt;Levar a guerra até à cidade&lt;/h2&gt;
&lt;p align="left"&gt;Pegando nestes  pontos-chave e no conceito geral de fazer a “guerra” com poucos recursos, o  marketing de guerrilha tem ganho, ao longo dos tempos, cada vez mais adeptos. Pegando  no mesmo conceito, a sua estratégia baseia-se, então, nos seguintes princípios:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;O  primeiro ponto-chave é a redução de custos. Através de uma estratégia de custos  reduzidos é possível, a qualquer organização, implementar uma campanha de  marketing de guerrilha. &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Conceber uma ideia original e aplicar uma  estratégia de comunicação, normalmente, inovadora, que promova a discussão e o  chamado boca-a-boca (&lt;em&gt;Word of Mouth&lt;/em&gt;).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O efeito surpresa causado no público-alvo da  campanha de comunicação irá gerar a discussão e a conversa, desviando as atenções  para a sua campanha, o que irá causar danos na quota de mercado da  concorrência, sendo este o equivalente ao ataque surpresa da guerrilha  convencional.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O &lt;em&gt;Word of  Mouth&lt;/em&gt; irá ser o responsável por juntar mais “aliados” à sua causa, gerando  um grupo de indivíduos que serão os “defensores da causa”, que através das  novas tecnologias irão disseminar a palavra, juntando à campanha de comunicação  uma estratégia de marketing viral, disseminando com custos reduzidos ou mesmo  nulos toda a informação que a organização pretende passar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Através da manutenção da “causa” a estratégia de  marketing de guerrilha pretende agora manter os seus defensores, formando uma  comunidade que irá actuar no mercado por si, disseminando a sua missão. Esta  comunidade precisa de ser apoiada e “instigada” pela organização de forma a  manter-se activa e angariar novas “tropas”.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p align="left"&gt;Como sabemos, tudo isto é  muito mais fácil de dizer do que fazer. Os meios de comunicação já são imensos,  a própria atenção dos consumidores encontra-se espalhada por um grande número  de ferramentas e de canais de comunicação, o que torna cada vez mais difícil fazer  uma comunicação eficaz e, ainda mais difícil, manter a fidelização do cliente  com uma concorrência constantemente activa e um cliente cada vez mais informado.  Difícil não quer dizer impossível, e é esse o mote de existência dos  guerrilheiros quer no sentido armado, quer no sentido de marketing.&lt;/p&gt;
&lt;h2 align="left"&gt;O equipamento básico de  sobrevivência&lt;/h2&gt;
&lt;p align="left"&gt;Os conceitos chave em  marketing de guerrilha acabam por ser 3: &lt;strong&gt;custos  baixos, originalidade de comunicação, disseminação da mensagem. &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  São já imensas as  empresas que apostam especificamente neste tipo de campanhas e neste tipo de  estratégias. São vários os &lt;a href="http://weburbanist.com/2007/06/06/15-coolest-craziest-and-most-innovative-guerilla-marketing-campaigns/"&gt;exemplos&lt;/a&gt;,  basta fazer uma pesquisa na internet, de acções de comunicação originais que  promovem o &lt;em&gt;Word o Mouth &lt;/em&gt;através dos  mais variados canais de comunicação. De forma a disseminar este boca-a-boca  destaco a internet como veículo principal. Por ser o mais barato de utilizar,  por ser o mais utilizado, e por ser aquele que o consumidor utiliza, de forma  diária, para fazer passa a mensagem.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Os custos reduzidos são  extremamente apetecíveis por todos. Para uns significa a única forma de fazer  passar a sua mensagem dada a escassez de recursos. Para outros significa uma  campanha de comunicação mais barata e, logo, uma maior margem de lucros. Em comum  têm o facto de ser também a estratégia de marketing que mais facilmente, quando  bem implementada, cria uma comunidade de consumidores fiéis. Como sabemos, hoje  em dia, é mais fácil  (mas também mais rentável) fidelizar clientes antigos do que descobrir novos.&lt;/p&gt;
&lt;h2 align="left"&gt;Vitória fácil?&lt;/h2&gt;
&lt;p align="left"&gt;Não, o marketing de  guerrilha não é uma galinha de ovos de ouro e não se faz de um dia para o outro  com meia dúzia de tostões no bolso. Uma das maiores críticas apontadas a esta  vertente de marketing é a sua permanência na mente do consumidor. Quando bem  implementada a campanha de comunicação atinge o seu pico no estado inicial  através do fomento da curiosidade causado pela originalidade da comunicação. No  entanto, com o passar do tempo, se não houver uma constante revitalização da forma  de passar a mensagem, esta torna-se maçadora, perde o fulgor de ser novidade, e  a atenção do consumidor acaba por diminuir, desvanecer e, por fim, desaparecer.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Não é certo, porém, dizer  que o sucesso de uma campanha de marketing de guerrilha, que assenta  principalmente o seu pilar na comunicação, é efémero. Afinal de contas, os  benefícios de qualquer campanha de comunicação de sucesso são adquiridos a  partir do momento em que essa mesma campanha atinge os seus objectivos. No  entanto, após essa meta atingida, é trabalho do gestor de marketing fazer a  manutenção e o acompanhamento desses resultados, de forma manter viva a  comunidade de “defensores da causa” que se conseguiu criar.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Outra crítica apontada ao  marketing de guerrilha é que nem sempre cria boas comunidades. Querem um  exemplo? Quantos &lt;em&gt;teasers &lt;/em&gt;ou &lt;em&gt;trailers&lt;/em&gt; de filmes é que já não vimos,  em que no final a nossa expressão foi “WOOW! Quero mesmo ver isto”, e depois de  ver o filme dissemos “valia mais ter ficado em casa”. O mesmo se passa com algumas  campanhas, em que nem tudo o que parece, realmente, é. Quem perde acaba por ser  a organização que implementa a campanha de forma errada e obtém &lt;em&gt;Word of Mouth&lt;/em&gt; negativo. Em vez de culpar  directamente a o marketing de guerrilha, o &lt;em&gt;marketeer&lt;/em&gt; tem por obrigação fazer um estudo exaustivo da aplicação dessa estratégia e  ponderara todos os prós e contras antes de a implementar (é por isso que e acho  que não é só o treinador do Benfica que tem as culpas dos resultados).&lt;br&gt;&lt;br /&gt;
  Marketing de guerrilha  não é tudo o que é &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=poHC21zYqO0"&gt;original&lt;/a&gt;.  Saber combinar a originalidade com custos reduzidos é uma tarefa difícil, e por  isso cada vez mais aparecerem &lt;a href="http://marginante.blogs.sapo.pt/145191.html"&gt;empresas especializadas&lt;/a&gt; na área. Saber criar o &lt;em&gt;Buzz &lt;/em&gt;(burburinho)  é apenas um passo de toda uma estratégia. Há que saber implementá-la, mantê-la  e actualizá-la.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/PO555FZaphY" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/artigos/marketing-guerrilha-descobre-o-che-guevara-ti-ganha-coragem#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/marketing">Marketing</category>
 <pubDate>Mon, 15 Sep 2008 18:29:13 +0200</pubDate>
 <dc:creator>Ivan de Jesus</dc:creator>
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 <title>YouTube afinal não é para todos!</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/nP5yBmTxqwU/youtube-afinal-nao-para-todos</link>
 <description>&lt;p&gt;Quando fazia uma pesquisa pela música “&lt;a href="http://www.google.pt/search?q=kissed+a+girl&amp;amp;ie=utf-8&amp;amp;oe=utf-8&amp;amp;aq=t&amp;amp;rls=org.mozilla:en-GB:official&amp;amp;client=firefox-a"&gt;I  kissed a Girl&lt;/a&gt;” da californiana Katy Perry deparei-me com uma situação muito  interessante. Para quem já conhece a música deve estar a pensar: “Que grande  malandro!”. Mas não, não era por esse motivo (apesar de achar piada à música),  mas sim porque tinha lido em algum lado que esse vídeo era um exemplo dos  vídeos que estavam a ser colocados no YouTube pelas próprias editoras e que  estavam a ser verdadeiros êxitos em termos de visualizações. A razão é simples,  senão os podes vencer junta-te a eles! Desta forma, os fãs têm acesso a vídeos de  boa qualidade em vez de vídeos de qualidade duvidosa que em nada favorecem os  artistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://josefernandes.pt/files/blog/youtube-i-kissed-a-girl.jpg" alt="google" width="450" height="317"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vamos ao que interessa...Qual o meu espanto quando clico no  link, que até dizia que era o vídeo oficial e tudo, recebo a mensagem: &lt;strong&gt;“Este vídeo não está disponível no seu  país.”!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://josefernandes.pt/files/blog/youtube-i-kissed-a-girl-nao.jpg" alt="youtube" width="450" height="169"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A explicação é bastante simples, a editora não licenciou a  exibição do videoclip para o nosso país. No entanto, não deixa de ser uma surpresa  desagradável saber que haverá conteúdo no YouTube que não está acessível a  todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem ainda não sabe qual é a música a que me refiro,  aqui fica o videoclip (cortesia do MySpace). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&amp;amp;videoid=34301986"&gt;I Kissed A Girl&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;object width="425px" height="360px" &gt;&lt;br /&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;
&lt;param name="movie" value="http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=34301986,t=1,mt=video"/&gt;&lt;embed src="http://mediaservices.myspace.com/services/media/embed.aspx/m=34301986,t=1,mt=video" width="425" height="360" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/nP5yBmTxqwU" height="1" width="1"/&gt;</description>
 <comments>http://josefernandes.pt/blog/youtube-afinal-nao-para-todos#comments</comments>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/google">Google</category>
 <pubDate>Tue, 02 Sep 2008 16:44:14 +0200</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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 <title>Quais os benefícios da internet para o profissional de marketing</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/EKjLlbOE21A/quais-beneficios-internet-para-o-profissional-marketing</link>
 <description>&lt;p&gt;Internet?  O que é? Para que serve? Como pode o Marketeer tirar benefícios da internet? E  como se pára a calvície masculina? Embora não consiga responder a esta ultima  questão, vou tentar abordar todas as outras de forma sucinta. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde os pequenos comerciantes até às grandes empresas todos  os sectores comerciais recorrem à internet para difundir a sua mensagem, os  seus produtos, as suas ideias, o seu conceito, pesquisar por informação enfim,  impulsionar o seu próprio negócio. Assim sendo convém começar por explicar,  afinal, o que é a internet (através da qual não conseguiria estar a ler este  mesmo artigo), o que é marketing (não, não é publicidade), como se relacionam,  e posteriormente tirar daí ilações.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Afinal  o que é a internet?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sem entrar em muitos detalhes, a internet surgiu pela  primeira vez em meados da década de 60, em plena guerra fria, quando os Estados  Unidos da América (EUA) criaram uma rede de sistemas informáticos que permitiam  a troca de informação entre os vários computadores das suas bases militares. A  internet, como a conhecemos hoje, surgiu pelas mãos de Tim Berners-Lee, britânico,  que adaptou este conceito de defesa norte-americano à criação de uma rede de  computadores à escala mundial que interligasse universidades e centros de  pesquisa científica dando origem à &lt;em&gt;world  wide web &lt;/em&gt;(www), ou seja todo o elemento multimédia visual e auditivo  disponível na rede. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos definir, assim, a internet como uma rede de  computadores interligados à escala mundial, que permite a troca de informação e  a transferência de dados à escala global. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Temos, então, acesso a mais um meio de divulgação de  informação que rivaliza ao mesmo tempo com os tradicionais meios de comunicação  (jornais, rádio, televisão, etc). Se os vai substituir a todos num futuro  próximo, é outra história. O que interessa aqui é reconhecer a sua existência,  a importância que esta tomou ao longo dos tempos nas vidas de todos aqueles a  que a ela têm acesso, e perceber a sua importância para o profissional de  marketing. &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;E  os números?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;O número de utilizadores de internet &lt;/a&gt;à  escala mundial centra-se &lt;a href="http://www.internetworldstats.com/stats.htm"&gt;agora  em cerca de mil milhões de pessoas&lt;/a&gt;, ou seja, um aumento de mais de 300%  em relação ao ano 2000, quando este número rondava os 360 milhões de  utilizadores. Em cerca de 8 anos o número cresceu de uma forma fantástica  demonstrando que, para além das regiões mais desenvolvidas aumentarem a sua  taxa de utilizadores de forma crescente, as zonas do globo mais frágeis e menos  desenvolvidas tiveram um aumento da taxa de penetração de internet, nalguns  casos, superiores a 1000%! E este número não pára por aqui. O desenvolvimento  económico de alguns países na última década, a abertura de outros em relação ao  ocidente (e à democracia), o desenvolvimento da tecnologia que permite, cada  vez mais, criar plataformas de acesso à internet mais rápidas, mais eficientes  em termos energéticos, e mais baratas fazem com que estejamos, nesta altura, a  viver uma transformação tecnológica e social sem precedentes. Infelizmente toda esta  tecnologia não serviu, ainda, para descobrir a cura para a calvície masculina!&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ok,  já sabemos o que é a Net. E marketing é?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Então como se enquadra tudo isto em marketing? Bom,  definindo primeiro o conceito segundo o guru Philip Kotler, marketing é “o  processo de planificação e execução da estratégia de conceptualização,  promoção, estabelecimento de preço e distribuição de ideias, bens ou serviços  que, através de um processo de troca, satisfaça objectivos individuais e/ou  organizacionais das partes envolventes” (é depois de definições  destas que se faz a vénia a este senhor). Achei importante colocar esta  definição porque, ainda nos dias de hoje, e muito infelizmente, existem alguns  empresários, gerentes e homens de negócio, para quem o marketing é, apenas e só  publicidade, subvalorizando todo um processo estratégico de longo prazo que  requer uma planificação contínua ao longo do tempo, com constantes revisões e  actualizações. Para quem  pensa assim gostaria de deixar apenas uma nota: a falta de informação sobre  este tema em particular leva, principalmente, à falta de competitividade e à  estagnação do vosso negócio. Mas em tempo oportuno retornarei a esta matéria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para atingir os seus objectivos, os profissionais de  marketing socorrem-se de inúmeras ferramentas adaptadas a cada situação, a cada  negócio, e principalmente a cada objectivo que pretendam atingir. O próprio  conceito, aliás, não é consensual (no mundo académico circulam várias e  diferentes definições do conceito de marketing, sendo esta de Kotler apenas uma  delas). Já muitos ouviram falar em diferentes conceitos como marketing  relacional, marketing sensorial, telemarketing, marketing de guerrilha…e E-marketing. No fundo  todos estes conceitos, todas estas vertentes de marketing, têm o mesmo  objectivo: levar a ideia, a mensagem, o conceito e o produto (ou serviço) que o  fornecedor providencia até ao seu cliente-alvo, de forma a satisfazer as  necessidades a que o primeiro se propõe. &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Internet  + Marketing = desafio&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Primeiro gostaria de salientar que a internet, e portanto o  denominado E-marketing, não pode ser considerada uma estratégia marginal,  independente da planificação de marketing de um qualquer negócio. O E-marketing,  bem como todas as vertentes de marketing que existem (e não são poucas) são  ferramentas ao serviço do exercício do plano de marketing anteriormente  desenhado. Não é possível, por exemplo, uma empresa decidir se vai usar uma  estratégia de marketing ou uma estratégia de E-marketing no seu negócio porque,  ao estar a usar uma estratégia de E-marketing, parte-se do principio que esta  foi a ferramenta escolhida como forma de implementação de toda a sua  estratégia. Isto suscita-me uma certa curiosidade quando vejo artigos  (académicos ou não) em que o tema dominante é a comparação de marketing com,  neste caso especifico, E-marketing, quando um não existe sem o outro, e quando  um é dependente do outro. Marketing  é o planeamento, é a estratégia, a sua implementação, análise de resultados e  reformulação ao longo do tempo, enquanto o E-marketing é uma das muitas ferramentas  para a sua execução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando ao tema principal deste artigo, cabe-me então falar  sobre a importância da internet para o marketeer, ou seja, o profissional de  marketing. Ao marketeer cabe a difícil tarefa de decidir quais os meios, os  veículos de comunicação, e a estratégia a utilizar para fazer passar a mensagem  para o seu público-alvo. Num passado recente, os meios de comunicação seriam,  maioritariamente, a imprensa, a televisão, a rádio, o correio, ou os outdoors,  não necessariamente por esta ordem (e aqui sim, entra então a publicidade como  ferramenta de marketing). A escolha entre cada um destes meios de comunicação  (em massa) era feita tendo em conta o público-alvo a atingir, os recursos,  principalmente financeiros, de que se dispunha para a campanha, a mensagem, o  tipo de discurso, enfim toda uma série de variáveis (que ainda hoje servem de  base quando se equaciona a campanha de comunicação). A principal vantagem é que  hoje assistimos à solidificação de um meio de comunicação, divulgação e  informação predominante, com muito mais potencial que os anteriores (derivado  da interactividade possível entre fornecedor-cliente a titulo individual e/ou  colectivo), em constante penetração social e com o aumento de números de  utilizadores mais rápido da história dos meios de comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O leque de possibilidades de divulgação da mensagem não é  estático: e-mail direccionado, &lt;em&gt;buzz&lt;/em&gt; criado, redes sociais dedicadas, sites interactivos, ou mesmo sinergias entre  vários meios de comunicação (como anúncios, ou &lt;em&gt;spots&lt;/em&gt; televisivos que remetem para um site de internet), acesso  fácil e possibilidade de interacção directa entre fornecedor e cliente através  de &lt;em&gt;chats&lt;/em&gt; ou outras formas de  comunicação directa, enfim um enorme leque de possibilidade abriu-se com o  aparecimento da internet, que deve ser usada pelo marketeer de forma a  conhecer, inquirir, compreender, criar laços, satisfazer e por fim fidelizar o  seu publico-alvo. É, nesta altura, um dos melhores veículos de implementação  estratégica do plano de marketing (embora não possa ser generalizado, nem  aplicado a todos os casos e a todos os negócios), sendo um veículo de  propagação de informação rápido, fácil, directo, com milhares de utilizadores  em todo o mundo, e com um enorme potencial de (ainda maior) crescimento.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Em  resumo…&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A vantagem, para o marketeer é ter na internet um veículo de  comunicação constante (ligada 24 horas por dia todos os dias), com capacidade  de actualização rápida de informação (ao contrário da imprensa tradicional, e  com menos custos associados), capaz de chegar rapidamente e de forma directa ao  consumidor, e com capacidade de manutenção da relação fornecedor-cliente de forma  contínua, rápida, eficaz e com uma mais rápida (nalguns casos em tempo-real)  monitorização de todo o processo e de toda a estratégia adoptada. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como nem tudo é um mar de rosas (onde seria difícil nadar com tanto espinho),  e não existem ferramentas perfeitas, a internet tem como desvantagens o acesso  a produtos físicos (uma das grandes queixas da industria do mobiliário, por  exemplo, é de que é difícil através da internet divulgar toda a qualidade dos  seus produtos), a dificuldade de implementação de marketing relacional (que,  convenhamos, não é a mesma coisa feita através de um &lt;em&gt;chat&lt;/em&gt; ou de o recurso a uma &lt;em&gt;webcam&lt;/em&gt;),  ou a dificuldade também de certas indústrias, dadas as características dos seus  produtos como o caso dos perfumes, por exemplo, não ser capaz de passar a  mensagem que pretendem devido às limitações tecnológicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, o planeamento e a implementação de um plano de  marketing requerem muitas tomadas de decisão, muita estratégia e conhecimento  prévio daquilo que se pretende, dos objectivos a que a empresa se propõe e das  suas limitações e ambições.  É, no entanto, inegável que, para qualquer negócio sobreviver, a sua mensagem  tenha de chegar ao público que pretende atingir, pelo menos que consiga ser  encontrada num mar de informação cada vez maior (e, de preferência, de forma a  que este tome consciência de que as suas necessidades irão ser satisfeitas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; A internet, por tudo  o que já foi dito, é hoje uma ferramenta indispensável no trabalho do  marketeer. Resta-lhe a ele saber como a utilizar, em que grau (com maior ou  menor preponderância no seu plano de comunicação), e como o fazer.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/EKjLlbOE21A" height="1" width="1"/&gt;</description>
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 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/marketing">Marketing</category>
 <pubDate>Fri, 29 Aug 2008 17:35:32 +0200</pubDate>
 <dc:creator>Ivan de Jesus</dc:creator>
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 <title>Clicar nos anúncios como forma de agradecimento</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/3vV2W_IlLVI/clicar-anuncios-como-forma-agradecimento</link>
 <description>&lt;p&gt;O Seth Godin &lt;a href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2008/08/ads-are-the-new.html"&gt;neste  post&lt;/a&gt; muito simples, mas muito pertinente (como é habitual) faz-nos  reflectir no que mudaria na Web se sempre que gostássemos de algo que lemos num  site ou blogue clicássemos num anúncio como forma de agradecimento. Se este  simples acto passasse a ser um acto de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Netiqueta"&gt;netiqueta&lt;/a&gt;, os recursos  financeiros ao dispor dos criadores de bom conteúdo aumentariam e dessa forma  toda a Web ficaria a ganhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem certamente não gostaria seriam os anunciantes que  pagariam por um clique que não lhes trouxe o retorno esperado. Esta prática é  mesmo uma das razões que pode levar a sua conta no &lt;a href="http://josefernandes.pt/blog/banido-google-adsense"&gt;Google AdSense a ser  banida&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não peça a outras pessoas para que cliquem nos anúncios do Google. &lt;/em&gt; Os usuários devem clicar nos anúncios do Google porque estão  interessados nos serviços &lt;/strong&gt;anunciados. Encorajar usuários a clicar nos  seus anúncios do Google, direta ou indiretamente, pode resultar na  inflação dos custos dos anunciantes e causar a desativação da sua conta.&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;h2&gt;Existem outras formas de agradecer muito mais pacíficas, tais como:&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Colocar um link no seu blog/site para o artigo  em questão;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Comprar algum produto que esteja promovido nesse  site;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Enviar um email de agradecimento;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Enviar o link do artigo para outras pessoas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Submeter o artigo a &lt;a href="http://josefernandes.pt/linkbuilding?filter0=Agregador+Not%C3%ADcias&amp;amp;filter1=**ALL**"&gt;agregadores  de noticias&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fazer uma doação;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Comprar publicidade no site;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Oferecer uma prenda :-)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;etc...&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Quando gostar de algo na Web e pelo qual não teve que pagar  nada, já sabe como pode retribuir o trabalho e esforço de quem não pediu nada  em troca. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/3vV2W_IlLVI" height="1" width="1"/&gt;</description>
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 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/adsense">AdSense</category>
 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/internet">Internet</category>
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 <pubDate>Fri, 22 Aug 2008 17:03:49 +0200</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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 <title>Matt Cutts avisa acerca de actualização do PageRank</title>
 <link>http://rss.josefernandes.pt/~r/josefernandes/~3/4AY5rFmjhSY/matt-cutts-avisa-acerca-actualizacao-pagerank</link>
 <description>&lt;p&gt;O Matt Cutts, num &lt;a href="http://www.mattcutts.com/blog/google-pagerank-update/"&gt;post que julgo inédito&lt;/a&gt;,  avisa que vai haver actualizações dos valores do PageRank nos próximos dias. Anuncia  também que algumas das penalidades antigas atribuídas a alguns sites vão  expirar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vêm aí mexidas nos rankings do Google...&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/josefernandes/~4/4AY5rFmjhSY" height="1" width="1"/&gt;</description>
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 <category domain="http://josefernandes.pt/topicos/seo">SEO</category>
 <pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:22:02 +0200</pubDate>
 <dc:creator>José Fernandes</dc:creator>
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